Contrato de show: o que não pode faltar

Atualizado: há 2 horas
"Fechado, te pago no dia." E aí não pagou.
Todo músico tem uma história assim. O contratante que sumiu depois do show. O evento cancelado na véspera sem ninguém falar em reembolso. A festa que era até meia-noite e terminou às três, pelo mesmo cachê.
Na hora de fechar, falar em contrato parece exagero. É só um show, o cara é gente boa, vai pegar mal. Até o problema aparecer.
Contrato não é desconfiança. É profissionalismo.
Um acordo por escrito protege os dois lados. O contratante sabe exatamente o que vai receber, e você sabe exatamente quando e quanto vai receber. Quem trabalha assim passa outra imagem: a de quem leva o próprio trabalho a sério.
Os pontos que mais dão briga costumam ser sempre os mesmos: horário, valor, sinal, cancelamento, estrutura de som, hora extra. Quando isso fica claro antes, a conversa depois é bem mais tranquila.
E você não precisa de advogado pra cada show. Precisa de um modelo bem pensado, que dá pra adaptar em poucos minutos.
É isso que o Contrato sem Dor de Cabeça entrega: um modelo pronto pra realidade de quem toca em bar, evento e casamento.



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